Após a demolição de 98 barracas na orla de Salvador, uma proposta de anteprojeto para a requalificação e implantação das novas barracas foi apresentada pela Fundação Mário Leal Ferreira, órgão vinculado a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente (Sedham).
A ideia foi concebida dentro das orientações do Projeto Orla Brasil, concebido em 2002. No dia dois de Junho acontecerá mais uma audiência do caso desta vez para aprovação das estruturas, que deverão ter construção iniciada imediatamente e com prazo para conclusão da 1ª fase em 30 dias.Em declaração registrada no site oficial da prefeitura, João Henrique diz que “Essa etapa é uma parte do projeto de requalificação da Orla. A proposta macro, contemplada no projeto Salvador Capital Mundial, irá dotar a orla de Salvador de total infraestrutura, viabilidade econômica, mobilidade e acessibilidade”. O governo federal autorizou a instalação de 266 barracas. A construção será viabilizada por uma parceria público privada (PPP) que envolve o Município e várias empresas, inclusive cervejarias que ganhariam direito à exclusividade de seu produto.
Assim como consta no Projeto Orla Brasil, só é permitida a construção de estruturas a uma distância de
A proposta da Prefeitura prevê a implantação de seis modelos diferentes: Barraca Tradicional Pequena = 13,70m2 (destinadas ao trecho tombado pelo Iphan), Barraca Tradicional Simples = 17,90m2, Barraca Tradicional Geminada = (9,55 x 2) = 19,10m2, Barraca Tradicional Especial = 16,80m2, Barraca Tradicional com Sanitários = 19,50m2, Barraca Transparente = 11,25m2. Cada uma delas terá custo estimado em R$ 70mil e serão cobertas com lonas tensionadas, estrutura vazada e com balcões com fechamento horizontal.
O anteprojeto é discutido desde 2007 entre o Patrimônio da União, Ibama, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da União (Iphan).
Fonte: www.pms.ba.gov.br













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