Órgãos estaduais e federais, Gerência Regional do Patrimônio da União, Ibama e dois do Instituto de Meio Ambiente (IMA), elaboraram relatórios técnicos que constatam a “grande degradação ambiental” e “irregularidades”
por falta de licenças para obras realizadas na Ilha dos Frades, na Baía de Todo os Santos. Na última semana, o juíz substituto Leonardo Tochetto Pauperio, da 4ª Vara Federal da Bahia, determinou através de uma liminar a suspensão da intervenções bancadas pela Fundação Baía Viva e mais quatro empresas, além de sete pessoas físicas, entre elas o empresário Carlos Seabra Suarez, ex-OAS.Os estudos foram realizados a partir de 2008 depois de denúncias da comunidade. Há indicações de irregularidade também no âmbito da Sucom (Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município) e da Superintendência do Meio Ambiente (SMA), órgãos da Prefeitura de Salvador.
As conclusões dos cincos relatórios de fiscalização dão as mesmas: as obras não deveriam ser executadas sem licença ambiental, já que a Ilha dos Frades faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baía de Todos os Santos.













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