A construção civil aposta em soluções industrializadas para queimar etapas e reduzir o tempo de trabalho nos canteiros de obras.
Mesmo mais caros, os novos materiais têm sido utilizados intensivamente, principalmente para atender obras comerciais - em que a entrega das chaves mais cedo significa pagamento de aluguel antecipado - e obras do programa federal “Minha Casa, Minha Vida”.
No lugar dos materiais e sistemas construtivos tradicionais, entram o steel framing, o drywall, a estrutura metálica, as portas duplas, a fachada aerada, o aço dobrado e cortado na indústria, além de prazos até seis vezes menores. Entre os novos materiais que mais contribuem para a redução dos prazos está o steel framing, estrutura metálica de aço galvanizado revestida internamente com placas de gesso acartonado e externamente com placa cimentícia.
A falta de profissionais qualificados, em conjunto com a falta de equipamentos, já se reflete em atrasos de 25% dos cronogramas no Estado. Em 2008, antes da crise, a construção civil gerou 18,2 mil novos empregos. Em 2009, foram 15,4 mil. Neste ano, só de janeiro a julho, foram 34,3 mil contratações.
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