quarta, 19/06/2013

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Conscientização do Arquiteto e Urbanista frente à questão da Poluição Sonora

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Débora Barretto: Acústica é a ciência que estuda o som e essa área tem grande influência no dia-a-dia de todos. A expansão urbana eliminou o silêncio de boa parte do Planeta e ruído em excesso provoca efeitos negativos que podem ser observados a curto e longo prazo, com reflexos em todo o organismo e não apenas no aparelho auditivo.

Economia e Meio Ambiente: Interesses Colidentes?

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Luciana Stocco: “Pela primeira vez no Brasil, o meio ambiente é visto não como uma restrição ao desenvolvimento, mas como um mosaico de oportunidades de negócios sustentáveis, que harmonizam o crescimento econômico e a proteção de nossos recursos naturais".*

Moradia: Cuidados com a terceira pele

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Sylvio Nogueira: O jornal "Folha de São Paulo" publicou artigo, há poucos anos, no qual
abordou a expressão "Terceira Pele" para identificar a moradia do ser humano. Ou seja: nós teríamos, na verdade, segundo aquela matéria, 3 (três) "camadas de pele":

Acessibilidade e o idoso

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Inicio apresentando duas citações que acredito pertinentes às questões que pretendo aqui discutir.

A primeira, do arquiteto e professor Demétrio Ribeiro, explicita o que é arquitetura.

"As pessoas não contemplam a arquitetura, mas criam o espaço com os seus movimentos, desde aqueles que se fazem numa cozinha até os de uma procissão saindo da catedral. Portanto, acessibilidade não é um aspecto colateral da arquitetura, uma especialização, mas sim a essência dela levada às últimas conseqüências. Não há espaço arquitetônico sem pessoas. Sem elas, o arquiteto apenas sonha".

Acessibilidade ao Meio Físico : Um fator de inclusão social

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Flávia Boni Licht: O uso da expressão acessibilidade ao meio físico e o seu entendimento como um abrangente fator de inclusão social - e, portanto, uma necessidade de todos - é algo relativamente novo no Brasil. Uma prova disso? Há poucos anos, estive conversando sobre acessibilidade e turismo com empresários ligados à hotelaria. Lembro sempre de uma das respostas que ouvi naquela ocasião: "Acessibilidade? Devo, então, reduzir o preço das diárias do meu hotel?".

Para quem são feitas as cidades?

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Flávia Boni Licht: Olhando das nossas pranchetas ou dos nossos monitores, o que se vê de uma cidade é uma intrincada e complexa trama, aparente e superficialmente bem arranjada - ruas e avenidas, redes de infra-estrutura e mobiliário urbano, parques e praças, residências e edifícios de apartamentos, condomínios, prédios públicos, cinemas, escolas, teatros, estádios, shoppings.  Porém, quando transferimos o nosso olhar dos projetos e mergulhamos no mundo real, o que antes parecia bem arranjado, passa a mostrar uma outra face: aquela que exibe uma interação difícil dos usuários com toda essa estrutura semeada de obstáculos, que peca por não respeitar a diversidade física e sensorial das pessoas e as modificações pelas quais passa o corpo do ser humano da infância à velhice.

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